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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

características das crianças desafiadoras

1. Buscam o Controle – Elas fazem qualquer coisa pra obter o controle, até mesmo fazem coisas que produzem um efeito oposto ao resultado do que elas querem, pra tentar ter ou manter o controle.

2. São Sensíveis a Pistas Sociais de Comportamento – Elas são geralmente rápidas em perceber como os outros respondem, e usam ou manipulam estas respostas para sua própria vantagem.

3. São Cegas a Suas Responsabilidades Nos Problemas – Não somente elas não veem como elas afetam e/ou estão envolvidas nos problemas, como também se convencem que as outras pessoas são as que causaram os problemas.

4. Aptas a Tolerar um Alto Grau de Negatividade – Elas, de forma disfuncional, buscam altos graus de conflito, raiva e negatividade dos outros. E quase todas as vezes ganham as batalhas por saberem lidar com a negatividade escalante.

5. Inflexibilidade – Não possuem os traços necessários de comportamento que lhes permitem lidar com mudanças na sua rotina. Os pais muitas vezes pensam que seu filho está se comportando mal de propósito, ou para irritá-los, mas na verdade ele não está simplesmente sabendo como lidar com as mudanças.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Como disciplinar crianças com um comportamento desafiador

Uma das tarefas mais difíceis que se enfrenta como pai é disciplinar os filhos, especialmente quando eles apresentam um comportamento particularmente desafiador. E quando seus filhos estão na pior fase, seu humor fica curto. Mas a boa notícia é que quando se tem estratégias eficazes de disciplina, você pode transformar comportamentos negativos em situações positivas de aprendizagem. Aqui estão algumas coisas que você pode tentar para ajudar seus filhos a se tornarem bem comportados:

* Escolha um método de disciplina que você e seu cônjuge usarão e estabeleça algumas regras básicas. Certifique-se de compartilhar essas informações com toda a família, assim todos saberão as conseqüências de se quebrar as regras.

* Seja coerente na resposta ao mau comportamento, assim seu filho saberá o que esperar a cada vez. Quando você tem um plano de disciplina com antecedência, isso ajudará também a manter seu controle e tratar as coisas de um modo calmo.

* Lembre-se que cada filho responde a abordagens de modos diferentes, por isso não é necessário usar as mesmas estratégias com todos. Seja flexível na adaptação ao que funcionar melhor para cada personalidade.

* Mantenha uma rotina em casa, assim as expectativas de seus filhos, particularmente os mais jovens, serão claras e bem compreendidas.

* Certifique-se que suas regras e restrições sejam apropriadas para as idades, habilidades e desenvolvimento de seus filhos.

* Não tenha medo de estabelecer limites, mesmo que eles chateiem seus filhos. Parte de seu trabalho como pai ou mãe é manter os filhos seguros e ensiná-los a fazer escolhas inteligentes. Lembre-se de que você não tem que ganhar o concurso de popularidade com eles, mas precisa cuidar deles dando o melhor de sua capacidade.

* Repreenda seus filhos quando eles não estiverem se comportando, mas tenha cuidado para não se tornar repetitivo. Dê-lhes duas tentativas e na terceira, aplique a conseqüência.

* Quando seus filhos tiverem chiliques ou birras, ignore-os tanto quanto puder desde que eles não estejam em perigo. Se ceder às exigências deles neste momento, você apenas reforçará o comportamento negativo.

* Sempre mantenha seu comportamento sob controle. Mesmo que esteja frustrado, não demonstre isso. Quando você grita com seu filho e parece estar fora de controle, você perde sua autoridade e lhes dá a razão de que procuram.

* Lembre-se que as crianças pensam no presente, então quando puni-los por mau comportamento, faça isso na hora, assim eles podem ver a conseqüência imediatamente. Não adie, ou a punição não terá qualquer efeito.

Para crianças mais velhas que não seguem regras, tente tirar privilégios como assistir TV ou sair com amigos. Você pode deixá-los ganhar estas coisas de volta ao demonstrarem um comportamento positivo.( Por: Fatima Calado)

daqui

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Aprender a lidar com crianças desafiadoras

É comum que crianças com transtorno de hiperatividade e défice de atenção (THDA) apresentem também outros problemas. As patologias que surgem habitualmente associadas ao THDA são os comportamentos de desafio e oposição, ansiedade, transtornos de conduta, tiques e perturbações do humor. Assim, os comportamentos de oposição constituem a maior percentagem de casos.

O que é e como se manifesta
O transtorno de oposição e desafio (TOD) pode ser definido como um padrão persistente de comportamentos negativistas, hostis, desafiadores e desobedientes observados nas interações sociais da criança com adultos e figuras de autoridade de uma forma geral, sejam pais, tios, avós ou professores.
As crianças com TOD facilmente perdem a paciência, discutem com os adultos, desafiam e recusam obedecer a solicitações ou regras, incomodam deliberadamente os outros, não assumem os seus erros e estão quase sempre irritadas.

Devido aos sintomas mencionados, existe nestas crianças ou adolescentes um prejuízo significativo no funcionamento social e académico. Estão constantemente envolvidas em discussões e são muitas vezes rejeitadas pelos colegas de escola, o que lhes traz problemas ao nível da autoestima.

Os sintomas iniciam-se antes dos oito anos de idade e esta perturbação apresenta-se, em número significativo de casos, como um precursor do transtorno de conduta, forma mais grave de perturbação disruptiva do comportamento.

A importância das regras
Russell Barkley, um dos mais conceituados especialistas na área da hiperatividade, considera que o comportamento de oposição se encontra associado ao transtorno de hiperatividade, sendo este o responsável pelas dificuldades da criança na regulação das emoções. Por outro lado, as famílias de hiperativos parecem ter elas próprias dificuldade em gerir as emoções, pelo que não conseguem ensinar às crianças como fazê-lo adequadamente. Estas crianças precisam, então, de ser educadas com alguma firmeza, temperada de afecto.

Segundo Barkley, sempre que os pais queiram dar uma ordem deve posicionar-se perto da criança, com voz firme, sem deixarem de ser amorosos, usando o verbo na forma imperativa. De preferência há que olhar diretamente nos olhos da criança e, se houver resistência, socorrerem-se de uma discreta pressão física (segurar-lhe no braço, por exemplo). Há que evitar retardar ou desistir de uma ordem quando esta já foi proferida.

Um aspecto de enorme importância prende-se com a consistência entre o casal, ou seja, o pai e a mãe devem esforçar-se por ter a mesma atitude, caso contrário essa desarmonia será facilmente detectada pela criança e até usada para manipular os progenitores. Face a este quadro, torna-se muitas vezes necessário um acompanhamento psicológico. O psicólogo pode ajudar a criança a lidar com a frustração e a encontrar canais mais saudáveis de escoamento dos sentimentos de hostilidade, ao mesmo tempo que se torna necessário ajudar os pais a lidar por essa difícil e desgastante tarefa.


O que os pais não devem fazer
O conhecimento de certas estratégias comportamentais pode ajudar muitos pais a corrigirem hábitos que, de uma maneira ou de outra, acabam por contribuir para o aumento da tensão familiar. Vamos referir alguns aspectos que devem ser evitados porque estimulam a desobediência.

• Dar ordens à distância
- Falar de um quarto para o outro (onde está a criança) é algo completamente ineficaz pois ela irá manter-se desatenta e sem cumprir a ordem. As ordens têm de ser dadas presencialmente, assegurando-se que ela as compreendeu.

• Dar ordens vagas
- Pedir à criança que se comporte "como um bom menino" não clarifica o que se espera e o que não se espera que ela faça. Há que ser o mais concreto possível!

• Dar ordens complexas
- Havendo de antemão dificuldade em fixar na memória de curto prazo as atividades a fazer, solicitar a execução de várias tarefas só servirá para tornar a sua realização menos provável.

• Dar ordens com antecedência
- Ordenar a uma criança com TOD que, quando acabar de brincar, tem de arrumar os brinquedos, só serve para interromper o prazer que ela está a ter, já que as ordens serão esquecidas.

• Dar ordens acompanhadas de muitas explicações
- Muitos pais, de modo a evitar parecer autoritários, perdem-se em argumentações sobre as necessidades do cumprimento das ordens. Como a criança não consegue estar atenta durante muito tempo, é bastante provável que no final da explanação do progenitor ela já não se lembre da maior parte do que foi dito.

• Dar ordens sob a forma de pergunta
- Perguntar "podes ir agora fazer os trabalhos de casa?" deixa um espaço livre para que a criança diga que não. As ordens devem ser claras e assertivas.

• Dar ordens em tom ameaçador
- É frequente que, antevendo a batalha que vai ser travada após uma solicitação, os pais deem a ordem já em tom de ameaça, como se a recusa já tivesse ocorrido. Assim, a criança vai tender a imitar o progenitor e a reagir no mesmo tom, uma vez que o clima de hostilidade já está instalado.

(fonte)

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Perturbação de Oposição e Desafio



As crianças com Perturbação de Oposição e Desafio (POD) são descritas como estando sempre a esticar a corda, a testar limites, provocando e testando os limites de quem pode exercer autoridade. Claro que em certas alturas de transição, como aos dois, três anos, ou no inicio da adolescência, o exercício da independência e o testar de novas capacidades, tornam as crianças rebeldes, mas dentro dos limites do que sabemos adequado para o seu estádio de desenvolvimento. As crianças com POD não são assim. As dificuldades são mais intensas, generalizadas e duradouras.

Mais uma vez não existem provas laboratoriais, radiografias ou quaisquer métodos tecnológicos para diagnosticar uma POD. Como é regra nas perturbações do desenvolvimento, o diagnóstico é feito através de entrevistas à criança, familiares, professores, para que se possa realizar uma análise de comportamentos, entre os quais se incluem:

. Birras frequentes;
. Discussões constantes argumentando com os adultos;
. Pôr as regras sempre em questão, (mas porquê?!);
. Recusa em cumprir as ordens ou regras ( «Não porque Sim»);
. Tentativas deliberadas para fazer zangar ou perturbar;
. Culpar constantemente os outros pelos seus próprios erros;
. Extrema susceptibilidade às acções dos outros amuando com facilidade;
. Raiva e ressentimentos frequentes;
. Linguagem deliberadamente má e agressiva quando zangados;
. Atitude maldosa e vingativa.

Estas atitudes terão de ser frequentes e observáveis em diversos contextos, e claramente mais duradouras, intensas ou graves do que seria de esperar em crianças da mesma idade. Claro que existe um «espectro» para a teimosia, todas as crianças são por vezes «difíceis», sobretudo quando cansadas, com fome ou com sono, mas na POD é algo constitucional, faz parte da «maneira de ser». O comportamento é hostil, não cooperante, desafiante para as figuras de autoridade, e pela sua intensidade e frequência acabam por interferir no funcionamento não só da criança, mas também de todos quantos a rodeiam.

Livro: Mal-entendidos de Nuno Lobo Antunes

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Lamentação...



Definitivamente, preciso de fugir durante um dia, escolher um lugar semelhante e dedicar-me exclusivamente a leitura...

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Não quero ir para o infantário!


De um dia para o outro, a pequenada, que até aí adorava ir para a escola, começa a demorar mais do que o costume sair da cama, queixa-se de dores de barriga ou de cabeça, não se quer vestir, faz birras, não quer tomar o pequeno-almoço, adia ao máximo a saída de casa ou simplesmente grita bem alto “não quero ir para a escola!”. O que aconteceu? O que fazer?

Os sinais
O cenário que descrevemos acima contém os vários sinais que as crianças podem subtilmente emitir quando a escola deixou de repente de ser um local onde se sintam bem, pelo qual já não demonstram o mesmo entusiasmo e para onde já não querem ir. Esteja atento e questione a criança sobre os porquês, principalmente se ela lhe disser abertamente que não quer ir. Os motivos pelos quais a pequenada vira as costas e as mochilas à escola podem ser vários, por isso, investigue, com paciência e sem recriminações.

Bullying
Este é uma das razões mais frequentes que levam muitas crianças a declarar que não querem ir mais para a escola – o “bullying” ou a provocação/humilhação entre colegas pode manifestar-se de várias formas: agressões, ameaças, gozo, provocações e humilhações. Este tipo de situações no ambiente escolar pode assustar a criança – que terá medo de enfrentar o seu “bully” ou fazer queixa por medo de represálias – e pode acabar por isolá-la. Perante isto, é óbvio que a criança prefere a segurança da sua casa, em vez da “insegurança” da escola. Se o seu filho admitir que este é o caso, é importante ensinar à criança como deve reagir com os colegas que a atormentam, dando-lhe a autoconfiança necessária para o fazer. Deve ainda conversar com os respectivos professores e/ou pais das crianças em causa, com calma e sem acusações para não se tornar também você num “bully”.

Lamentação de Mãe
Ultimamente a Macaquinha diz muitas vezes que não quer ir a escola (infantário), situação que nunca aconteceu, sempre adorou a escola, amigos, educadora... Inicialmente dizia que era por causa de comer o tomate e a alface à hora da refeição. Com o passar do tempo esta questão foi superada, com a colaboração da educadora e colaboradora, uns dias não lhe dão, outros colocam menos quantidade...
Agora no último mês, começou novamente a dizer que não queria ir, mas não dizia o motivo.
Esta manhã após uma longa conversa, diz que não quere ir, porque os colegas dizem que ela não sabe falar, por isso é que anda aprender a falar (terapia da fala).
Confesso que a existência destes comentários por parte dos colegas não foi novidade para mim, ela já me tinha contado algumas vezes, inclusive já cheguei a ouvi-los e nessas alturas conversamos e expliquei que não se podia sentir inferiorizada e dei exemplos de outras situações.
Mas até esta manha estava longe de pensar que era este o motivo que a desmotivava de ir ao infantário.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Maquilhagem...

Alguém que diga à Macaquinha, que o Carnaval de 2011 ainda não chegou!!!!!

Terapia da fala



A Macaquinha iniciou a sua caminhada na terapia da fala em Agosto de 2010. Para ela ir à Sandra todas as 4ª feiras já é uma actividade, como ir à dança ou a piscina. Quanto a resultados, esta mais espontânea nas suas conversas e diálogos com estranhos e conhecidos. Tem noção dos exercícios, ou melhor, movimentos que deve fazer com a língua assim como os sons correctos... apensar de lentamente, temos alterações positivas, ainda temos um longo caminho a percorrer, mas sei que ela vai conseguir ultrapassar as suas dificuldades.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Os Dentes da Macaquinha


A Macaquinha finalmente disse Adeus a sua Chupeta, nunca mais a pediu e nem fez birras. Claro que tem sido mais dificil adormecer, mas com o tempo vai passar.

Agora os dentinhos dela, estao uma "maravilha", como já me avisou o dentista, vai ter de usar aparelho...



Os dentinhos ficam assim, com os maxilares fechados.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Vamos ao dentista

A primeira visita ao dentista

É com seis meses de vida que começam a aparecer os primeiros dentinhos do bebê. E é também nesse momento que deve acontecer a primeira visita ao odontopediatra. Normalmente, os dois dentes inferiores da frente são os primeiros a nascer, seguidos pelos dois de cima. Até os dois ou três aninhos de vida da criança vão surgindo os outros dentes de leite.

Os odontologistas recomendam que crianças e adolescentes visitem o dentista a cada seis meses. Esse é o tempo ideal para detectar qualquer início de cárie e conseguir combate-la sem que o dente tenha que ser restaurado.

Se a primeira consulta do bebê acontecer logo que aparecer o primeiro dentinho, os pais podem ser orientados a acompanhar a erupção dos outros dentes e assim, possivelmente, a criança nunca terá uma cárie.

Outra vantagem de começar os cuidados cedinho é que a criança vai acostumando com o ambiente, com os profissionais e com os procedimentos. Se na primeira consulta a criança já apresenta uma cárie, ela terá que ser submetida à anestesia para fazer a obturação. Muitas vezes, a visita é tão tardia que a criança precisa tratar o canal ou até mesmo extrair o dente.

Então, é bom lembrar. Para que a criança não sofra nem fique traumatizada, o melhor é prevenir! (daqui)

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Chupeta

Em que momentos e até quando é saudável deixar que os pequenos tenham alguns hábitos, como o uso da chupeta.

“Há momentos de mudança e de tensão para a criança, como no momento em que ela passa a vir ao berçário, no período de adaptação na escola, na chegada de um irmão, na separação dos pais. A chupeta é como se fosse o seio da mãe, vai dar segurança e diminuir a ansiedade”.

O uso da chupeta é aceitável até os dois anos de idade e as mães devem optar pelos modelos ortodônticos, que têm formato semelhante ao seio materno. Após os dois anos, ela deve ser retirada aos poucos.

Algumas crianças preferem o dedo em vez da chupeta. O hábito, além de ser totalmente anti-higiênico, pode causar deformação na arcada dentária e prejudica a produção de sons de algumas letras, como T, D, S, Z e N.

(Macaquinha, macaquinha.... quando deixas a chupeta?!!)

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Obervações da Macaquinha, algo preocupantes...


Já deu para perceber que hoje estou dedicada aos problemas de audição.
Será só preocupações de mãe?! A Macaquinha nas ultimas semanas, tem vindo a queixar...

" - Mama coloca a TV mais alta, não consigo ouvir a Dora"
" - Mama, fala mais alto, não estou a ouvir a história."
" - Mama, eu não ouvi o que disse-te."
" - Mama, na escolinha às vezes não ouço o que a Ana e a Celeste dizem."

Esta tarde, vamos à Doutora...

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

"Dora vai ao Dentista"



Colecção: Dora


Nº págs.: 24

A Dora vai ao dentista: faz uma radiografia aos dentes, depois uma limpeza e, por fim, trata uma pequena cárie. No final, a Dora ainda recebe uma surpresa por se ter portado tão bem! Junta-te à Dora em mais esta aventura e explora com ela um consultório cheio de instrumentos engraçados…

A Macaquinha lá de casa, adora livros, adora os livros da Dora e as suas aventuras. Já tinha a colecção completa, quando em 2009 foram publicados novos livros da Dora. Incluindo este "A Dora vai ao Dentista".

Um belo dia a Macaquinha começou a queixar-se com dores num dente, lá foi a Mama comprar o livrinho, contei a historia várias vezes. E, um dia la fomos nós para a dentista com a livrinho na mão, nesse dia a Macaquinha nem entrou no consultório.

2ª tentativa, passado uma semana e depois de várias conversas e de contar a historias quase todos os dias, lá fomos nós. Nesse dia a Macaquinha entrou no gabinete, já não foi mau, a mamã levou o livro, estivemos a ver os instrumentos do livro e a compara los com os que a dentista tinha, mas quando chegou a hora H, a Macaquinha saiu a correr do consultório.

3ª tentativa, já não levamos o livrinho, a Macaquinha entrou no consultório e esteve lá 40 minutos. Mas foram 40 minutos passados ao colo da mãe e não abriu uma única vez a boca.

Conclusão, tenho um problema em mãos e sinceramente já não sei o que fazer...

Casamento, Alianças, Fotos...

Quinta da Gramela - Pombal

No passado dia 26, de Setembro de 2009 foi o casamento de um casal amigo, por quem tenho uma estima enorme (certo senhores Ticha e Anibal).

A "Macaquinha" a menina das alianças, levou o seu vestidinho de princesa a sua trancinha no cabelo (pois levantou o cozinho cedo nesse dia para ir a cabeleireira)...

1º Passo, casa da noiva. Não tivemos grande sucesso, quanto chegou o momento da Macaquinha pegar na conchinha das alianças e tirar umas fotos com a noiva...
Vi a cara triste da noiva, a cara de desespero do fotografo e desisti. Bem, existem ainda algumas fotos, mas a Macaquinha esta sempre com a cara enfiada nas minhas pernas.

2º Passo, Igreja. Bem a mama teve que caminhar com ela acompanhar a noiva e a segurar as alianças. E verdade seja dita com os meus trintas e ... não fiquei nada mal a levar as alianças a um casal tão amigo. A Macaquinha esteve sempre bem comportada, não fez birra e sempre ao meu lado. A vergonha é que estragou tudo, é assim ultimamente em todo o lado.

3º Passo, Fotos. Definitivamente o fotografo não teve sorte nenhuma com ela.
Quando, à noite o fotografo afixou as fotos a Macaquinha churou, pois nao estava em quase nenhuma.
Confesso que tambem me senti triste, mas o que podia fazer. Se calhar hoje, havia coisas que fazia de manheira diferente, mas so se os noivos se voltassem a casar.
Será que eles alinham na minha ideia!!??

Mas, foi um dia impecavel, amei, adorei, a Macaquinha divertiu-se imenso, brincou, dançou, fez pinturas. A boda foi na Quinta da Gramela em Pombal uma quinta magnifica, com um espaço verde lindo, o tempo estava espectacular.

Não há fotos, mas isso é o menos, não é verdade.

Ontem foi o dia do fotografo ir ao jardim escola tirar as fotos do ano, e quem foi o fotografo, quem foi? Exactamente o mesmo do casamento. do sábado? E atenção, foi o fotografo do baptizado da Macaquinha. (é preciso muita paciência não é Bruno?)
Mas claro que ontem na escolinha com as amigas todas a coisa correu bem.
Mesmo assim estou ansiosa para ver o resultado das fotos do dia de ontem.

São estas as minhas lamentações de um dia tão aguardado...