terça-feira, 26 de maio de 2009

Festa da familia

No dia 23 de Maio, realizou-se a festa da familia no infantario da "Macaquinha"
Os Pais tiveram direito a uma aula de musica, depois fomos para a salinha dos nossos filhotes, fazer trabalhinhos ( pintar, colar, cortar...)

Alguns dos trabalhos feitos pelos Pais com a ajuda dos filhotes.


De seguida fomos para o pavilhão e aqui... bem, foi a aula de ginástica, para os Pais e filhotes. Muito divertido.


Por fim, tivemos direito um a lanchinho para recarregar baterias, da aula de ginástica.
E a birra da "Macaquinha" pois não queria vir embora.

Gostamos muito, parabéns à Instituição e a todos os seus colaboradores.

Portugal dos Pequeninos

Uma visita ao Portugal dos Pequenitos no passado dia 17/05/2009 permitiu viajar pelos principais monumentos nacionais, pelas tradições e cultura portuguesa e conhecer a época em que o país partiu à descoberta de novos mundos.

Encontramos pavilhões dedicados aos países de expressão portuguesa como Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Moçambique, Timor, Índia e Brasil. Bem como a aldeia dos pequenitos que é dedicada às casas regionais portuguesas e recria os ambientes das povoações de Norte a Sul do país, com especial destaque para Coimbra.
(Da minha terra Natal…)

Fernando Baeta Bissaya Barreto Rosa (Castanheira de Pera de 1886 — Lisboa de 1974), mais conhecido por Bissaya Barreto.

"Portugal dos Pequenitos", um sítio para brincar e aprender, com tudo feito à escala adequada a crianças pequenas.


A Macaquinha adorou, amou, brincou, pulou… foi uma tarde em cheio.

"O Meu Pai"

Depois de A Minha Mãe, a Caminho publicou O Meu Pai, uma visão bem-humorada e com muita ternura de um pai que «às vezes parece que sabe tudo, outras vezes nem por isso», mas que é sempre «óptimo».

O autor é Anthony Browne, distinguido com o prémio Hans Christian Andersen de Ilustração em 2000.


“Esta historia é muito bonita mas não da para copiar e dar ao meu pai”

Macaquinha.



quarta-feira, 20 de maio de 2009

"Os três porquinhos"

A história que vamos ler é a dos três porquinhos e o Lobo e, como aqui vamos ver, só um deles não é bobo, pois os outros dois quase perdem a vida, criando juízo depois que a fera foi vencida.

Era uma vez três porquinhos. Cícero, Heitor e Prático. Um dia decidiram construir três casas. Cada um ia fazer a sua, para esconder-se do lobo, que era muito mau e gostava de comer porquinhos. Cícero encontrou logo tudo que precisava:


- Eis aqui uma porção de bambus, cola e barbante. Com isto, vou construir uma casa muito boa!

Heitor logo falou:

- Um sopro do lobo chega para derrubar sua casa.

- Nada disso! Você está brincando? Minha casa vai ser muito forte!

E num instante o porquinho Cícero estava com a casa pronta. Todo contente pôs-se a cantar:

"A minha casa eu fiz, sozinho e terminei, pra morar nela feliz, feliz tal qual um rei!"



Os outros dois porquinhos continuaram caminhando pela estrada. Pretendiam fazer casas melhores que a do Cícero, por isso procuravam material mais forte que bambu.



Logo adiante Heitor falou:

- Ei, irmãozinho! Por que não paramos aqui? Veja que tábuas óptimas! O lobo não poderá derrubar uma casa feita com elas.

- Ora, com dois sopros o lobo derruba uma casa de tábuas! - respondeu Prático. - Mas se você quer, fique aqui para construí-la. Eu vou procurar coisa melhor.


- Vou fazer uma casa à prova de lobo, você vai ver! - disse Heitor que já estava cansado de tanto andar e achou melhor começar o trabalho. Não levou mais que um dia para fazer a casa.

Quando estava pronta ele cantou:

"A minha casa eu fiz, sozinho e terminei, pra morar nela feliz, mais feliz do que um rei!"


Prático não tinha preguiça. Trabalhou quatro dias sem parar, para construir sua casinha. Mas, quando terminou o serviço, a casa era sólida, feita de tijolos e cimento. Tinha até janela, porta com cadeado e lareira com chaminé!

Os três irmãos ficaram morando cada um na sua casinha.

Um dia o lobo passou ali por perto e sentiu cheiro de porquinho, que era sua comida predilecta.

- Hum! Que cheiro bom de porquinho! Até me dá água na boca! Vem daquela casinha de bambu... Vou dar uma olhada.


- O lobo! - gritou Cícero assustado, ao vê-lo.

Oh, um porquinho! - exclamou o lobo lambendo os beiços. - Que está fazendo aí dentro de casa? Venha dar um passeio comigo!

- Eu não! - respondeu o porquinho. - Você está querendo me comer.

Não vou nessa conversa. Não sou nenhum bobo.


- Se não vai por bem, vai por mal - ameaçou o lobo. - Vou soprar sua casinha e com um único sopro ela voará pelos ares!

- Isso é o que você pensa! - respondeu o porquinho. - Minha casa é muito forte!

- Depois não diga que não avisei - continuou o lobo.

- Lá vai: um . . . dois . . . três!

O lobo soprou e com o primeiro bufo já derrubou a casinha. Os bambus voaram pelos ares e Cícero saiu voando também.




Que aperto! Com o lobo nos calcanhares, Cícero tratou de correr para a casa de Heitor, gritando:





- Depressa, abra a porta! O lobo está atrás de mim!

- Entre, entre! - disse Heitor. - Aqui estaremos a salvo.

Ao chegar perto da casa de Heitor, o lobo fingiu de bonzinho e falou:


- Estou triste e sozinho, deixem-me entrar!

Os porquinhos responderam:

- Não somos bobos! Você quer nos comer. Não vamos abrir a porta nunca.

- Não? Pois já lhes mostro o que vai acontecer - respondeu o lobo.

- Prestem atenção: um . . . dois . . . três . . .!

o lobo soprou e no segundo bufo já a casa de tábuas estava voando pelos ares. Mais que depressa os dois porquinhos se agarraram ao madeirame do telhado. Cícero e Heitor voaram junto com a casa.


A sorte dos dois foi que caíram perto da casa de Prático. Assim que se viram no chão, trataram de correr para lá em disparada.

- Depressa, Prático, abra a porta! O lobo, com dois bufos, mandou minha casa de tábuas pelos ares!

Cícero falou também:

- Depressa, Prático, abra a porta! O lobo, com um bufo, desmanchou minha casinha de bambu!


O Prático abriu a porta e os dois entraram correndo.

Eu bem que avisei, disse Prático. - Suas casinhas eram muito fracas para resistir ao lobo. Eu trabalhei bastante, mas minha casa de tijolo e cimento é forte. Nem com dez bufos o lobo consegue derrubá-la.

- Vamos trancar a porta com o cadeado! - disse o Gorducho.

- E vamos fechar as janelas, depressa!

O lobo já ia chegando. Descera a colina correndo tanto que estava sem fôlego. Parou diante da casa de Prático e ficou admirado de ver como o porquinho tinha conseguido fazer uma casa tão sólida.

- Não vai ser fácil derrubá-la, ainda mais que estou cansado de tanto correr . . . Acho melhor arranjar um jeito de enganar esses três bobinhos.

- Porquinhos, deixem-me entrar, só quero cumprimentar!

- Lobo velho disfarçado, você gosta de assado. Não insista vai embora, estamos dentro, você fora.

- Ora, deixem de conversa! Vocês vão ou não abrir essa porta?

- De jeito nenhum, desista!

- Estou perdendo a paciência porquinhos!

- Azar o seu! Não temos nada com isso!


O lobo furioso:

Que falta de respeito! Afinal, sou mais velho que vocês e além disso, sou lobo e vocês são porquinhos! Vocês tem que me obedecer! Pela última vez, abram essa porta!

- Não, não e não!

Então lá vai:

- Um . . . dois . . . três . . .

O lobo soprou com toda força que tinha. Estava com tanta raiva, que seu sopro foi ainda mais forte. Mas a casa de tijolos, nem se abalou.

O lobo soprou de novo e tornou a soprar . . . Cada vez ficava com mais raiva e soprava mais forte. Mas não adiantava nada: a casa não caía.

- Não falei que minha casa era sólida? Pode bufar quanto quiser . . . a casa vai resistir até você não aguentar mais!

O lobo viu que o porquinho tinha razão. Já estava completamente sem fôlego e a casa não caía. Tratou então de passar a conversa nos três:


- Porquinhos, sabem o que eu encontrei? Aqui bem perto há uma macieira carregada. Que tal se dividirmos as maçãs?

- Ótimo! Aceitamos!

- Pois bem. - Vamos marcar um encontro, amanhã pela manhã.

- Combinado - disseram os três porquinhos.

Na manhã seguinte, o lobo chegou à macieira e não viu os porquinhos. Daí a pouco uma voz chamou:

- Lobo mau, estamos aqui em cima da macieira!

- Desçam já daí - gritou o lobo.

- Por que? Estamos comendo nossa parte das maçãs - responderam os três.

- Ajudem-me a subir na árvore! - pediu o lobo.


- Não precisa subir - respondeu Prático. - Vou atirar-lhe uma maçã, toma!

- Hum, é uma bela maçã! Vou pegá-la. Caiu aqui no meio do capim . . . Não consigo encontrá-la . . . Onde estará?

A maçã fique comendo para matar sua fome. Vamos pra casa correndo pois senão você nos come.

Viva o rei da esperteza, viva o nosso grande lobo. Ganhou hoje, com certeza, o prémio de maior bobo!


Que significa isso? - perguntou o lobo zangado. - Ah, seus malandros! Estão se fechando dentro de casa!

O lobo distraído, a procura da maçã, não vira os três porquinhos descerem da árvore e correrem a trancar-se na casa de tijolos.




O lobo arranjou uma escada bem alta e encostou à casa. Devagarinho, tratou de subir sem fazer barulho.

- Agora não me escapam! - pensava ele. - Vou entrar pela chaminé . . . e cairei bem no meio deles! Os três bobinhos nem perceberão de onde eu vim!

Mas os três porquinhos, fechados dentro da casa, estavam alertas.


Vendo as patas do lobo pela janela, Cícero avisou:

- Irmãos o lobo vai entrar pela chaminé

- Vamos fugir! - disse Heitor.



Deixe que ele venha! - falou Prático.

- Vai cair no fogo e se queimar todo! - respondeu o Gordinho.

O lobo, no entanto, ia pensando:

- Basta escorregar pela chaminé . . . sem barulho . . .

E desceu, sem imaginar o que o esperava.


- Socorro! Minha cauda está queimando! Socorro! Água! Socorro!

Com fogo o lobo corremos, dando-lhe boa lição e rindo agora o vemos sumir como um rojão!

Grande é a nossa felicidade, uma festa se fará. O bem venceu a maldade, o lobo não voltará!



O lobo com a cauda toda queimada, saiu aos pulos, urrando de medo e susto, enquanto os três porquinhos riam às gargalhadas.

Ele nunca mais voltou ali. Os três irmãozinhos se puseram a trabalhar e construíram uma casa grande e bonita, de tijolo e cimento, para os três morarem juntos. Ficou muito boa, forte e resistente: era uma casa à prova de lobo.


E assim termina a história dos três porquinhos sabidos. Mas fique em nossa memória que os dois distraídos, com os perigos passados, ficaram mais ajuizados . . .

sexta-feira, 15 de maio de 2009

A televisão

As crianças que assistem a mais de duas horas de televisão por dia enquanto cursam a escola primária têm mais dificuldades de concentração ao chegar ao ensino secundário do que aquelas que assistem pouco televisão.


Limite de duas horas: o tempo que as crianças dedicam a entretenimento audiovisual, incluindo computadores e jogos de vídeo, além da TV, não deve exceder “uma ou duas horas ao dia”, ainda que se trate de programação de qualidade.


Sem TV no quarto: pediatras recomendam “eliminar os aparelhos de TV dos quartos das crianças”.


Procurar alternativas: os pais estão na melhor situação para estimular entretenimentos alternativos, como, entre outros, ler, realizar actividades físicas, pintar ou praticar jogos criativos.



video

quarta-feira, 13 de maio de 2009

"As Preocupações do Billy"

Este conto “As preocupações do Billy”em formato de álbum, escrito e ilustrado pelo inglês Anthony Browne, é protagonizado por Billy, uma personagem infantil, e desenvolve-se em torno de um nó problemático singular, como sugere o seu título.

Resumo da História:

Era uma vez o Billy que se preocupava com tudo.


Preocupava-se com sapatos, com chapéus, com pássaros grandes, com nuvens, com chuva.


E depois ele foi dormir uma noite à avó e depois preocupou-se e foi chamar a avó.


A avó disse que quando era pequenina como ele, também se preocupava. E deu-lhe uns bonequinhos das preocupações. Depois já não tinha preocupações porque meteu todas as preocupações nos bonecos.


Os bonecos são muitos e ele contava uma preocupação cada noite a cada boneco e punha-os debaixo das almofadas.


Mais tarde voltou a ter preocupações porque voltou a pensar que os bonecos tinham muitas preocupações.


O billy resolveu fazer muitos bonecos das preocupações para os seus bonecos das preocupações e depois passou a dormir muito bem.




Opinião


É comum as crianças passarem por uma fase em que têm medos. Medos que são sempre difíceis de identificar pelos adultos, mas aterram os mais pequenos de tal forma que os impedem de dormir.


O escuro é uma das causas mais frequentes. Outros serão sonhos, por vezes mais agitados, que teimam em se repetir.


As preocupações do Billy é um livro muito simples e delicado, que aborda um assunto sensível para as crianças, sem as pôr em cheque nem lhes oferecer uma fórmula em que não acreditam.
As ilustrações são essenciais para desvendarmos a verdadeira dimensão do problema, porque é através delas que situamos as preocupações do Billy no momento de dormir, já que a imagem da cama se repete invariavelmente como cenário para o aparecimento dos medos.
A qualidade desta obra reside no equilíbrio com que o tema é tratado e que o diálogo proporciona, de tal maneira que se torna quase invisível.


(A macaquinha adora dar nomes aos bonecos das preocupações)

terça-feira, 12 de maio de 2009

"A Largartinha muito Comilona"

A lagartinha comilona de Eric Carle

De um minúsculo e frágil ovo saiu uma pequenina e esfomeada lagartinha. Porém, como era dotada de um voraz e crescente apetite, a lagarta foi comendo…

Objectivos

Despertar na criança a curiosidade sobre a transformação do ovo em borboleta;

Despertar e sensibilizar para o mundo mágico das histórias;





► Proporcionar a visualização da personagem e técnicas de manipulação;

Fomentar a mudanças nas práticas, nos procedimentos ou nos materiais didácticos, a utilizar;





Jogar com o mistério e com a surpresa;

Aprender a prestar atenção e escutar.

A Largartinha Comilona

Este é um dos livros preferidos da Macaquinha.