Tenho camisa e casaco
Sem remendo nem buraco
Estoiro como um foguete
Se alguém no lume me mete.
Tem casca bem guardada
Ninguém lhe pode mexer
Sozinha ou acompanhada
Em Novembro nos vem ver.
O S. Martinho está a chegar
A lareira vou acender
Para as castanhas assar
E contigo as comer.
Dia 11 de Novembro
É o dia de S. Martinho
Come-se a castanha assada
E mais o caldo verdinho.
É dia de S. Martinho
É a festa das castanhas
Em vez de Sol há chuva
É Outono ninguém estranha.
Na rua está um vendedor
De castanhas assadas
É com esforço e amor
Que faz feliz a rapaziada
Todo o dia a apanhar chuva
Coitado do vendedor!
Mas à beira das castanhas
Fica cheio de calor.
"Mãe: a palavra mais bela pronunciada pelo ser humano" "Pai: é o maior herói de todos os filhos"
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Como disciplinar crianças com um comportamento desafiador
Uma das tarefas mais difíceis que se enfrenta como pai é disciplinar os filhos, especialmente quando eles apresentam um comportamento particularmente desafiador. E quando seus filhos estão na pior fase, seu humor fica curto. Mas a boa notícia é que quando se tem estratégias eficazes de disciplina, você pode transformar comportamentos negativos em situações positivas de aprendizagem. Aqui estão algumas coisas que você pode tentar para ajudar seus filhos a se tornarem bem comportados:
* Escolha um método de disciplina que você e seu cônjuge usarão e estabeleça algumas regras básicas. Certifique-se de compartilhar essas informações com toda a família, assim todos saberão as conseqüências de se quebrar as regras.
* Seja coerente na resposta ao mau comportamento, assim seu filho saberá o que esperar a cada vez. Quando você tem um plano de disciplina com antecedência, isso ajudará também a manter seu controle e tratar as coisas de um modo calmo.
* Lembre-se que cada filho responde a abordagens de modos diferentes, por isso não é necessário usar as mesmas estratégias com todos. Seja flexível na adaptação ao que funcionar melhor para cada personalidade.
* Mantenha uma rotina em casa, assim as expectativas de seus filhos, particularmente os mais jovens, serão claras e bem compreendidas.
* Certifique-se que suas regras e restrições sejam apropriadas para as idades, habilidades e desenvolvimento de seus filhos.
* Não tenha medo de estabelecer limites, mesmo que eles chateiem seus filhos. Parte de seu trabalho como pai ou mãe é manter os filhos seguros e ensiná-los a fazer escolhas inteligentes. Lembre-se de que você não tem que ganhar o concurso de popularidade com eles, mas precisa cuidar deles dando o melhor de sua capacidade.
* Repreenda seus filhos quando eles não estiverem se comportando, mas tenha cuidado para não se tornar repetitivo. Dê-lhes duas tentativas e na terceira, aplique a conseqüência.
* Quando seus filhos tiverem chiliques ou birras, ignore-os tanto quanto puder desde que eles não estejam em perigo. Se ceder às exigências deles neste momento, você apenas reforçará o comportamento negativo.
* Sempre mantenha seu comportamento sob controle. Mesmo que esteja frustrado, não demonstre isso. Quando você grita com seu filho e parece estar fora de controle, você perde sua autoridade e lhes dá a razão de que procuram.
* Lembre-se que as crianças pensam no presente, então quando puni-los por mau comportamento, faça isso na hora, assim eles podem ver a conseqüência imediatamente. Não adie, ou a punição não terá qualquer efeito.
Para crianças mais velhas que não seguem regras, tente tirar privilégios como assistir TV ou sair com amigos. Você pode deixá-los ganhar estas coisas de volta ao demonstrarem um comportamento positivo.( Por: Fatima Calado)
daqui
* Escolha um método de disciplina que você e seu cônjuge usarão e estabeleça algumas regras básicas. Certifique-se de compartilhar essas informações com toda a família, assim todos saberão as conseqüências de se quebrar as regras.
* Seja coerente na resposta ao mau comportamento, assim seu filho saberá o que esperar a cada vez. Quando você tem um plano de disciplina com antecedência, isso ajudará também a manter seu controle e tratar as coisas de um modo calmo.
* Lembre-se que cada filho responde a abordagens de modos diferentes, por isso não é necessário usar as mesmas estratégias com todos. Seja flexível na adaptação ao que funcionar melhor para cada personalidade.
* Mantenha uma rotina em casa, assim as expectativas de seus filhos, particularmente os mais jovens, serão claras e bem compreendidas.
* Certifique-se que suas regras e restrições sejam apropriadas para as idades, habilidades e desenvolvimento de seus filhos.
* Não tenha medo de estabelecer limites, mesmo que eles chateiem seus filhos. Parte de seu trabalho como pai ou mãe é manter os filhos seguros e ensiná-los a fazer escolhas inteligentes. Lembre-se de que você não tem que ganhar o concurso de popularidade com eles, mas precisa cuidar deles dando o melhor de sua capacidade.
* Repreenda seus filhos quando eles não estiverem se comportando, mas tenha cuidado para não se tornar repetitivo. Dê-lhes duas tentativas e na terceira, aplique a conseqüência.
* Quando seus filhos tiverem chiliques ou birras, ignore-os tanto quanto puder desde que eles não estejam em perigo. Se ceder às exigências deles neste momento, você apenas reforçará o comportamento negativo.
* Sempre mantenha seu comportamento sob controle. Mesmo que esteja frustrado, não demonstre isso. Quando você grita com seu filho e parece estar fora de controle, você perde sua autoridade e lhes dá a razão de que procuram.
* Lembre-se que as crianças pensam no presente, então quando puni-los por mau comportamento, faça isso na hora, assim eles podem ver a conseqüência imediatamente. Não adie, ou a punição não terá qualquer efeito.
Para crianças mais velhas que não seguem regras, tente tirar privilégios como assistir TV ou sair com amigos. Você pode deixá-los ganhar estas coisas de volta ao demonstrarem um comportamento positivo.( Por: Fatima Calado)
daqui
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Aprender a lidar com crianças desafiadoras
É comum que crianças com transtorno de hiperatividade e défice de atenção (THDA) apresentem também outros problemas. As patologias que surgem habitualmente associadas ao THDA são os comportamentos de desafio e oposição, ansiedade, transtornos de conduta, tiques e perturbações do humor. Assim, os comportamentos de oposição constituem a maior percentagem de casos.
O que é e como se manifesta
O transtorno de oposição e desafio (TOD) pode ser definido como um padrão persistente de comportamentos negativistas, hostis, desafiadores e desobedientes observados nas interações sociais da criança com adultos e figuras de autoridade de uma forma geral, sejam pais, tios, avós ou professores.
As crianças com TOD facilmente perdem a paciência, discutem com os adultos, desafiam e recusam obedecer a solicitações ou regras, incomodam deliberadamente os outros, não assumem os seus erros e estão quase sempre irritadas.
Devido aos sintomas mencionados, existe nestas crianças ou adolescentes um prejuízo significativo no funcionamento social e académico. Estão constantemente envolvidas em discussões e são muitas vezes rejeitadas pelos colegas de escola, o que lhes traz problemas ao nível da autoestima.
Os sintomas iniciam-se antes dos oito anos de idade e esta perturbação apresenta-se, em número significativo de casos, como um precursor do transtorno de conduta, forma mais grave de perturbação disruptiva do comportamento.
A importância das regras
Russell Barkley, um dos mais conceituados especialistas na área da hiperatividade, considera que o comportamento de oposição se encontra associado ao transtorno de hiperatividade, sendo este o responsável pelas dificuldades da criança na regulação das emoções. Por outro lado, as famílias de hiperativos parecem ter elas próprias dificuldade em gerir as emoções, pelo que não conseguem ensinar às crianças como fazê-lo adequadamente. Estas crianças precisam, então, de ser educadas com alguma firmeza, temperada de afecto.
Segundo Barkley, sempre que os pais queiram dar uma ordem deve posicionar-se perto da criança, com voz firme, sem deixarem de ser amorosos, usando o verbo na forma imperativa. De preferência há que olhar diretamente nos olhos da criança e, se houver resistência, socorrerem-se de uma discreta pressão física (segurar-lhe no braço, por exemplo). Há que evitar retardar ou desistir de uma ordem quando esta já foi proferida.
Um aspecto de enorme importância prende-se com a consistência entre o casal, ou seja, o pai e a mãe devem esforçar-se por ter a mesma atitude, caso contrário essa desarmonia será facilmente detectada pela criança e até usada para manipular os progenitores. Face a este quadro, torna-se muitas vezes necessário um acompanhamento psicológico. O psicólogo pode ajudar a criança a lidar com a frustração e a encontrar canais mais saudáveis de escoamento dos sentimentos de hostilidade, ao mesmo tempo que se torna necessário ajudar os pais a lidar por essa difícil e desgastante tarefa.
O que os pais não devem fazer
O conhecimento de certas estratégias comportamentais pode ajudar muitos pais a corrigirem hábitos que, de uma maneira ou de outra, acabam por contribuir para o aumento da tensão familiar. Vamos referir alguns aspectos que devem ser evitados porque estimulam a desobediência.
• Dar ordens à distância
- Falar de um quarto para o outro (onde está a criança) é algo completamente ineficaz pois ela irá manter-se desatenta e sem cumprir a ordem. As ordens têm de ser dadas presencialmente, assegurando-se que ela as compreendeu.
• Dar ordens vagas
- Pedir à criança que se comporte "como um bom menino" não clarifica o que se espera e o que não se espera que ela faça. Há que ser o mais concreto possível!
• Dar ordens complexas
- Havendo de antemão dificuldade em fixar na memória de curto prazo as atividades a fazer, solicitar a execução de várias tarefas só servirá para tornar a sua realização menos provável.
• Dar ordens com antecedência
- Ordenar a uma criança com TOD que, quando acabar de brincar, tem de arrumar os brinquedos, só serve para interromper o prazer que ela está a ter, já que as ordens serão esquecidas.
• Dar ordens acompanhadas de muitas explicações
- Muitos pais, de modo a evitar parecer autoritários, perdem-se em argumentações sobre as necessidades do cumprimento das ordens. Como a criança não consegue estar atenta durante muito tempo, é bastante provável que no final da explanação do progenitor ela já não se lembre da maior parte do que foi dito.
• Dar ordens sob a forma de pergunta
- Perguntar "podes ir agora fazer os trabalhos de casa?" deixa um espaço livre para que a criança diga que não. As ordens devem ser claras e assertivas.
• Dar ordens em tom ameaçador
- É frequente que, antevendo a batalha que vai ser travada após uma solicitação, os pais deem a ordem já em tom de ameaça, como se a recusa já tivesse ocorrido. Assim, a criança vai tender a imitar o progenitor e a reagir no mesmo tom, uma vez que o clima de hostilidade já está instalado.
(fonte)
O que é e como se manifesta
O transtorno de oposição e desafio (TOD) pode ser definido como um padrão persistente de comportamentos negativistas, hostis, desafiadores e desobedientes observados nas interações sociais da criança com adultos e figuras de autoridade de uma forma geral, sejam pais, tios, avós ou professores.
As crianças com TOD facilmente perdem a paciência, discutem com os adultos, desafiam e recusam obedecer a solicitações ou regras, incomodam deliberadamente os outros, não assumem os seus erros e estão quase sempre irritadas.
Devido aos sintomas mencionados, existe nestas crianças ou adolescentes um prejuízo significativo no funcionamento social e académico. Estão constantemente envolvidas em discussões e são muitas vezes rejeitadas pelos colegas de escola, o que lhes traz problemas ao nível da autoestima.
Os sintomas iniciam-se antes dos oito anos de idade e esta perturbação apresenta-se, em número significativo de casos, como um precursor do transtorno de conduta, forma mais grave de perturbação disruptiva do comportamento.
A importância das regras
Russell Barkley, um dos mais conceituados especialistas na área da hiperatividade, considera que o comportamento de oposição se encontra associado ao transtorno de hiperatividade, sendo este o responsável pelas dificuldades da criança na regulação das emoções. Por outro lado, as famílias de hiperativos parecem ter elas próprias dificuldade em gerir as emoções, pelo que não conseguem ensinar às crianças como fazê-lo adequadamente. Estas crianças precisam, então, de ser educadas com alguma firmeza, temperada de afecto.
Segundo Barkley, sempre que os pais queiram dar uma ordem deve posicionar-se perto da criança, com voz firme, sem deixarem de ser amorosos, usando o verbo na forma imperativa. De preferência há que olhar diretamente nos olhos da criança e, se houver resistência, socorrerem-se de uma discreta pressão física (segurar-lhe no braço, por exemplo). Há que evitar retardar ou desistir de uma ordem quando esta já foi proferida.
Um aspecto de enorme importância prende-se com a consistência entre o casal, ou seja, o pai e a mãe devem esforçar-se por ter a mesma atitude, caso contrário essa desarmonia será facilmente detectada pela criança e até usada para manipular os progenitores. Face a este quadro, torna-se muitas vezes necessário um acompanhamento psicológico. O psicólogo pode ajudar a criança a lidar com a frustração e a encontrar canais mais saudáveis de escoamento dos sentimentos de hostilidade, ao mesmo tempo que se torna necessário ajudar os pais a lidar por essa difícil e desgastante tarefa.
O que os pais não devem fazer
O conhecimento de certas estratégias comportamentais pode ajudar muitos pais a corrigirem hábitos que, de uma maneira ou de outra, acabam por contribuir para o aumento da tensão familiar. Vamos referir alguns aspectos que devem ser evitados porque estimulam a desobediência.
• Dar ordens à distância
- Falar de um quarto para o outro (onde está a criança) é algo completamente ineficaz pois ela irá manter-se desatenta e sem cumprir a ordem. As ordens têm de ser dadas presencialmente, assegurando-se que ela as compreendeu.
• Dar ordens vagas
- Pedir à criança que se comporte "como um bom menino" não clarifica o que se espera e o que não se espera que ela faça. Há que ser o mais concreto possível!
• Dar ordens complexas
- Havendo de antemão dificuldade em fixar na memória de curto prazo as atividades a fazer, solicitar a execução de várias tarefas só servirá para tornar a sua realização menos provável.
• Dar ordens com antecedência
- Ordenar a uma criança com TOD que, quando acabar de brincar, tem de arrumar os brinquedos, só serve para interromper o prazer que ela está a ter, já que as ordens serão esquecidas.
• Dar ordens acompanhadas de muitas explicações
- Muitos pais, de modo a evitar parecer autoritários, perdem-se em argumentações sobre as necessidades do cumprimento das ordens. Como a criança não consegue estar atenta durante muito tempo, é bastante provável que no final da explanação do progenitor ela já não se lembre da maior parte do que foi dito.
• Dar ordens sob a forma de pergunta
- Perguntar "podes ir agora fazer os trabalhos de casa?" deixa um espaço livre para que a criança diga que não. As ordens devem ser claras e assertivas.
• Dar ordens em tom ameaçador
- É frequente que, antevendo a batalha que vai ser travada após uma solicitação, os pais deem a ordem já em tom de ameaça, como se a recusa já tivesse ocorrido. Assim, a criança vai tender a imitar o progenitor e a reagir no mesmo tom, uma vez que o clima de hostilidade já está instalado.
(fonte)
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Perturbação de Oposição e Desafio

As crianças com Perturbação de Oposição e Desafio (POD) são descritas como estando sempre a esticar a corda, a testar limites, provocando e testando os limites de quem pode exercer autoridade. Claro que em certas alturas de transição, como aos dois, três anos, ou no inicio da adolescência, o exercício da independência e o testar de novas capacidades, tornam as crianças rebeldes, mas dentro dos limites do que sabemos adequado para o seu estádio de desenvolvimento. As crianças com POD não são assim. As dificuldades são mais intensas, generalizadas e duradouras.
Mais uma vez não existem provas laboratoriais, radiografias ou quaisquer métodos tecnológicos para diagnosticar uma POD. Como é regra nas perturbações do desenvolvimento, o diagnóstico é feito através de entrevistas à criança, familiares, professores, para que se possa realizar uma análise de comportamentos, entre os quais se incluem:
. Birras frequentes;
. Discussões constantes argumentando com os adultos;
. Pôr as regras sempre em questão, (mas porquê?!);
. Recusa em cumprir as ordens ou regras ( «Não porque Sim»);
. Tentativas deliberadas para fazer zangar ou perturbar;
. Culpar constantemente os outros pelos seus próprios erros;
. Extrema susceptibilidade às acções dos outros amuando com facilidade;
. Raiva e ressentimentos frequentes;
. Linguagem deliberadamente má e agressiva quando zangados;
. Atitude maldosa e vingativa.
Estas atitudes terão de ser frequentes e observáveis em diversos contextos, e claramente mais duradouras, intensas ou graves do que seria de esperar em crianças da mesma idade. Claro que existe um «espectro» para a teimosia, todas as crianças são por vezes «difíceis», sobretudo quando cansadas, com fome ou com sono, mas na POD é algo constitucional, faz parte da «maneira de ser». O comportamento é hostil, não cooperante, desafiante para as figuras de autoridade, e pela sua intensidade e frequência acabam por interferir no funcionamento não só da criança, mas também de todos quantos a rodeiam.
Livro: Mal-entendidos de Nuno Lobo Antunes
Mais uma vez não existem provas laboratoriais, radiografias ou quaisquer métodos tecnológicos para diagnosticar uma POD. Como é regra nas perturbações do desenvolvimento, o diagnóstico é feito através de entrevistas à criança, familiares, professores, para que se possa realizar uma análise de comportamentos, entre os quais se incluem:
. Birras frequentes;
. Discussões constantes argumentando com os adultos;
. Pôr as regras sempre em questão, (mas porquê?!);
. Recusa em cumprir as ordens ou regras ( «Não porque Sim»);
. Tentativas deliberadas para fazer zangar ou perturbar;
. Culpar constantemente os outros pelos seus próprios erros;
. Extrema susceptibilidade às acções dos outros amuando com facilidade;
. Raiva e ressentimentos frequentes;
. Linguagem deliberadamente má e agressiva quando zangados;
. Atitude maldosa e vingativa.
Estas atitudes terão de ser frequentes e observáveis em diversos contextos, e claramente mais duradouras, intensas ou graves do que seria de esperar em crianças da mesma idade. Claro que existe um «espectro» para a teimosia, todas as crianças são por vezes «difíceis», sobretudo quando cansadas, com fome ou com sono, mas na POD é algo constitucional, faz parte da «maneira de ser». O comportamento é hostil, não cooperante, desafiante para as figuras de autoridade, e pela sua intensidade e frequência acabam por interferir no funcionamento não só da criança, mas também de todos quantos a rodeiam.
Livro: Mal-entendidos de Nuno Lobo Antunes
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