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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

AS CRIANÇAS APRENDEM O QUE VIVEM

Se a criança vive com críticas,
  Ela aprende a condenar
Se a criança vive com hostilidade,
  Ela aprende a agredir.
Se a criança vive com zombarias,
  Ela aprende a ser tímida.
Se a criança vive com humilhação,
  Ela aprende a se sentir culpada.
Se a criança vive com tolerância,
  Ela aprende a ser paciente.
Se a criança vive com incentivo,
  Ela aprende a ser confiante.
Se a criança vive com elogios,
  Ela aprende a apreciar.
Se a criança vive com retidão,
  Ela aprende a ser justa.
Se a criança vive com segurança,
  Ela aprende a ter fé.
Se a criança vive com aprovação,
  Ela aprende a gostar de si mesma.
Se a criança vive com aceitação e amizade.
  Ela aprende a encontrar amor no mundo.

Dorothy Low Nolte

daqui

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

"Leitura Orientada 1"


Leitura Orientada 1
Edição/reimpressão: 2008
Editor: Santillana - Constância
Disciplina: Português
Ciclo: 1.º Ciclo Ensino Básico
Ano: 1.º Ano
Preço: 10,30 €

sexta-feira, 12 de março de 2010

Castigar ou não a criança?

Castigar ou não os filhos é uma pergunta que sempre passa pela cabeça dos pais na hora da educação. Porém, alguns pais não conseguem discernir o “educar para aprender” do “educar sob angústia”, quando a criança passa a ter pequenos traumas com os maus ensinamentos de seus criadores.

“Educação começa desde que as crianças são pequenas. O objectivo é ensinar limites e não simplesmente castigar, como muitos fazem sem saber que está fazendo”.

Os filhos precisam entender o motivo do castigo e não acharem que estão sendo punidos por autoritarismo ou irritação dos adultos. A criança pequena deve ser repreendida logo em seguida ao mau comportamento. Por exemplo, se a criança tentar colocar o dedo na tomada ou subir em lugar perigoso, os pais devem fazer cara feia para expor que aquela atitude não é certa, pois machuca.

Caso a atitude se repita, continue com a cara feia e seja um pouco mais firme ao falar. Agora se a criança fizer a coisa certa, recompense-a com um sorriso ou um carinho. Com isso, os pais vão determinando regras e estabelecendo atitudes claras sempre que algumas regras sejam quebradas pelo pequeno, de forma que ele cresça com essa consciência.

“Às vezes, acontece de a criança escrever na parede da sala e não ter pleno o conhecimento do erro que está cometendo. A questão é a forma de puni-la por isso. Ela pode ficar com raiva e sentir-se injustiçada, sendo que dificilmente absorverá algo que o adulto tentou ensinar. Os pais devem ensiná-la o porquê de não escrever na parede da sala e caso a atitude se repita, deixá-la sem os lápis por um tempo”,

Fim dos tapinhas - As famosas “palmadinhas” não são bem-vindas na educação da criança. A agressão provoca raiva e medo. E é justamente o medo da agressão que fará a criança não repetir a atitude errada e não porque ela compreendeu as razões da punição.

Ensinar os filhos a terem medo de cometer certas atitudes é ensiná-los a usar o medo como arma, agredindo aqueles que o contrariem de alguma maneira. “É aquela criança agressiva que resolve tudo na força física, pois aprendeu em casa que é mais fácil bater do que conversar”, diz a pedagoga.

A criança que se sente amada e frustra os pais com atitudes erradas se decepciona consigo mesma. Por isso, um olhar de repreensão, além de palavras severas dos pais, surtem melhor efeito do que as palmadas.

Coerência na hora da punição é fundamental. Quanto maior o grau da infracção, maior o castigo. Castigue quando o ato mereça e não porque está cansado ou com raiva. Diminua passeios ou tire algo da rotina da criança que goste, sempre explicando o motivo da punição.

Tenha sempre calma, não grite, as crianças acostumam com os gritos e isso não mais as assustarão. Fale sempre com objetivo e rigidez, olhando para a criança e fazendo com que entenda que você está chateada com a tal atitude e não propriamente com ela. Portanto, lá vai uma dica: nunca diga “Como você é feio” e sim “Que coisa feia você fez”.

Cuidado para não se “desmanchar” com choros e chantagens, depois da decisão tomada, não volte atrás, a criança poderá usar essa arma para se livrar dos castigos sempre. Educar não é uma tarefa simples. Requer trabalho e paciência por parte dos pais. Cabe a eles ensinarem as regras e os limites do convívio social, com calma e segurança.

Educação na infância: erros mais comuns

Qual papai ou mamãe nunca parou diante de seu filho e já se perguntou: "Onde foi que eu errei?". Malcriações, birras e manipulações de crianças são atitudes que normalmente levam os pais a fazerem tal pergunta.

Não se desespere, afinal educar não é fácil. Mas também não é um bicho papão. Aprendemos com os erros e quanto mais cedo a falha for identificada, mais fácil de se evitar conflitos entre pais e filhos.

Existem alguns erros na hora de educar os filhos que parecem bobos, mas que se reforçados e repetidos são capazes de prejudicar o desenvolvimento da criança, mesmo que a intenção dos pais seja a melhor.

Começando pela alimentação que é uma das principais queixas dos pais. "Meu filho não come", "Tenho que ficar correndo atrás do meu filho para que ele coma" são frases bastante ouvidas pelos pais. Para evitar esse aborrecimento atitudes simples podem ser realizadas desde cedo.

Nada de aviãozinho, televisão ou barganha para que a criança coma. A criança deve entender que sem a comida poderá ficar fraca, com fome e até doente. Qualquer atitude que faça com que a criança coma sem prestar atenção na comida é ruim.

A alimentação deve ser colorida, diversificada e balanceada para a criança não enjoar e aprender a comer de tudo e assim evitar qualquer distúrbio alimentar, como obesidade, bulimia ou anorexia.

Mimar demais a criança não é bom - Outro velho excesso praticado pelos pais: fazer tudo pela criança, mesmo tarefas que já pode realizar sozinha, superprotegendo o filho, é prejudicial ao desenvolvimento social.

Normalmente essas crianças crescem se achando o centro do mundo, mandando e desmandando em tudo e exigindo até o que deve ser feito no jantar. Não conseguem se adaptar na escola, sentem-se inseguros e tornam-se inseguros e irresponsáveis justamente porque nesse lugar ele será apenas mais um, e não o dono do pedaço.

Saiba dizer "não" e dê bronca quando realmente for preciso.

Outro erro comum é negar a dor da criança. Quando a criança rala o joelho numa brincadeira a mamãe com toda boa intenção do mundo tenta amenizar a dor dizendo: "Não foi nada, já passou".

Fazendo assim, a criança acha que os pais não se sensibilizam a sua dor e tendem a procurar uma outra pessoa, deixando uma mágoa. Ou então, se for excessiva essa atitude dos pais a criança fica insegura aos seus sentimentos não entendendo se sente dor, raiva ou medo já que seus pais dizem que não é nada.

Quando os pais chamam a quina da estante de boba quando a criança bate com a cabeça é tirar da criança a responsabilidade de cuidados consigo mesma e colocar a culpa no objeto. Isso pode colocar a vida da criança em risco em situações mais graves. Quando ocorrer novamente o incidente, converse sobre a importância de se evitar acidentes e dos cuidados que a própria criança deve ter.

Deixar o filho ganhar constantemente um jogo só para não vê-lo frustrado com a perda já que não tem a mesma capacidade que a sua faz com que a criança aprenda que a vida é só ganhar. O jogo faz com que a criança espere a sua vez, aceite regras e limites impostas, aprenda a negociar e aceite que a vida é feita de ganhos e perdas.

E a máxima da educação é o exemplo. A criança aprende com exemplos de quem ela confia que são os pais. Se os pais não têm boas maneiras, não pedem, por favor, não dizem obrigado ou bom dia, comem assistindo televisão ou brigam muito passam esses valores para a criança e é isso que irá fazer. Os filhos são o espelho dos pais.

Dicas

Não critique ou elogie demais o seu filho. Tanto um como o outro é prejudicial. O bom senso é a melhor medida.

Não se culpe pelo erro, filho não vem com manual de instruções. Só não insista no erro já detectado.

Na dúvida, procure sempre um especialista para te orientar.
fonte

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Coisas Simples que ajudam Seus Filhos a Aprenderem


São Pequenas coisas que tem um grande efeito. A maioria destas coisas custam pouco ou nada, e podem ser feitas sem alterar o ritmo de sua rotina diária.

1. Escute-os e preste mais atenção aos seus problemas ou probleminhas;

2. Leia com eles;

3. Conte-lhes histórias da família;

4. Limite seu tempo de ver televisão ou no computador;

5. Tenha sempre livros e outros materiais de leitura espalhados pela casa;

6. Ajude-os a encontrar "aquelas palavras" no dicionário;

7. Motive-os a usar e consultar uma Enciclopédia, ao invés de pegar tudo pronto;

8. Compartilhe suas histórias, Poemas e Canções favoritas com eles;

9. Leve-os à Biblioteca para que tenham seu próprio cartão de acesso aos livros;

10. Leve-os aos Museus e Lugares Históricos, sempre que possível;

11. Discuta as novidades do dia ou o que achar que é mais interessante com eles;

12. Explore as coisas junto com eles e aprenda sobre plantas, animais, história e geografia, etc.;

13. Ache um lugar sossegado para eles estudarem;

14. Faça sempre uma revisão nas suas tarefas de casa;

15. Mantenha sempre contacto com seus professores.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

"Alfabeto da Amizade"

Amigo é aquele que
Beija você com
Carinho e que
Deseja com
Entusiasmo sua
Felicidade, e
Garante fidelidade para você.
Humilde é o amigo que
Independentemente de qualquer coisa
Joga tudo para o alto por você e
Larga mão de tudo que seja
Material e desnecessário,
Naturalmente para cumprir sua
Obrigação que é
Proteger a quem lhe protege, e
Querer bem a quem lhe quer bem.
Respeitar seu
Silêncio calado,
Transformando sua vida em uma
Única motivação para
Viver.
Xeretando se preciso e
Zangando-se quando necessário.

'É VOCÊ, MEU AMIGO!'