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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

"As crianças aprendem o que vivem"

Autores: Dorothy Law Nolte e Rachel Harris
Género: infantil/juvenil
Páginas: 254
Editora: Bizâncio

Se as crianças vivem com encorajamento, aprendem a ser confiantes... Se as crianças vivem com aceitação, aprendem a amar. Desenvolvendo o seu poema universalmente aplaudido, As Crianças Aprendem o Que Vivem, que estimulou inúmeras famílias desde a sua publicação inicial, em 1954, a autora oferece um simples mas poderoso guia para os pais - a inspiração de valores através do exemplo. Abordando questões de segurança, valor próprio, tolerância, honestidade, medo, respeito, equidade, paciência e muito mais, este livro de um raro senso comum ajudará uma nova geração de pais a encontrar a sua própria sabedoria e arrancará dos seus filhos uma imensidão de recursos interiores.

Autoras:
Dorothy Law Nolte tem uma longa carreira como professora universitária na área da educação e vida familiar.
Rachel Harris, PH.D., é psicóloga com uma pós-graduação em terapia.
Dorothy e Rachel Harris são amigas e ensinam juntas há mais de 30 anos.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Smarties - Inglês - 1.º Ano

Smarties - Inglês - 1.º Ano
de Manuela C. Farinha
Código: 18141
Edição/reimpressão: dezembro de 2011
Páginas: 64
Editor: Porto Editora

Sinopse
Smarties cria uma atmosfera de aprendizagem motivadora e lúdica na sala de aula!
As personagens e as suas aventuras irão capturar a atenção das crianças e motivá-las para a aprendizagem da língua inglesa.

O Livro do Aluno encontra-se muito bem estruturado, baseando-se numa abordagem cíclica dos conteúdos, que proporciona às crianças várias oportunidades de contacto com o mesmo item vocabular ou linguístico.

Os diferentes ritmos de aprendizagem das crianças foram acautelados, pois é grande a variedade de tipologias de exercícios, como canções, jogos, associações e muitas outras atividades lúdicas.

Este projeto está totalmente de acordo com os princípios e competências preconizados no Currículo Nacional do Ensino Básico relativamente ao ensino de uma língua estrangeira no 1.° Ciclo.
Activity Book - Smarties - Inglês - 1.º Ano
de Manuela C. Farinha
Código: 18145
Edição/reimpressão: novembro de 2011
Páginas: 32
Editor: Porto Editora

Sinopse

O Caderno de Actividades permite reforçar os conhecimentos adquiridos no Lívro do Aluno, oferecendo oportunidades suplementares de prática dos diversos itens vocabulares e linguísticos, através de actividades muito divertidas, como jogos, puzzles e outros exercícios lúdicos.

Este projecto está totalmente de acordo com os princípios e competências preconizados no Currículo Nacional do Ensino Básico relativamente ao ensino de uma língua estrangeira no 1.° Ciclo.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

"Crianças Ocupadas. Como algumas opções erradas estão a prejudicar os nossos filhos"


Crianças Ocupadas
de Maria José Araújo
Edição/reimpressão: 2009
Páginas: 168
Editor: Prime Books

Sinopse:
Numa sociedade contemporânea onde as pessoas estão cada vez mais ocupadas, sobra pouco tempo para se reflectir sobre as melhores decisões que se podem (ou devem) tomar no dia a dia. Mas, a bem da verdade, não obstante estes condicionalismos, não há pai que não queira o melhor para o seu filho. Neste livro, que tem como base uma tese inovadora, põe-se o dedo na ferida relativamente à forma como as crianças ocupam os seus tempos livres e de como essa ocupação, se for correctamente programada, pode ser decisiva para o futuro dessas mesmas crianças. No fundo, procura-se facultar aos pais um instrumento que lhes permita decidir o que é melhor para os seus filhos.

Sobre a Obra:
Segundo a investigadora do Centro de Investigação e Intervenção Educativas da FPCEUP, o livro é "o resultado de muitos anos de trabalho com crianças e adultos, de muita brincadeira com ambos e de muita preocupação colectiva sobre as consequências negativas que resultam do excesso de trabalho e de actividade organizada para os mais pequenos".

A obra, resulta de uma investigação que teve por objectivo conhecer o trabalho realizado em instituições que se ocupam de crianças entre os 6 e os 12 anos de idade. Durante este trabalho, a autora confrontou-se com a quantidade de tempo que as crianças "passam, depois das aulas, a realizar, no seu tempo livre, actividades organizadas e prescritas pelos adultos (...) sem, na maior parte das vezes, terem uma palavra a dizer", e que considera "assustadora".

Para Maria José Araújo, este trabalho constitui "fundamentalmente, um alerta para a questão dos direitos das crianças" - para que tenham "ampla oportunidade para brincar e divertir-se, visando os propósitos mesmos da sua educação", como defende.

"A intenção deste livro é criar um debate público sobre a questão da ocupação das crianças e, de alguma maneira, alertar para o direito das crianças".
A desenvolver um trabalho de investigação sobre questões levantadas pelo conceito de "Escola a Tempo Inteiro e as Actividades de Enriquecimento Curricular", a autora considera que "as crianças estão muito ocupadas, têm muitos trabalhos e actividades para fazer todos os dias" ficando sem tempo para brincar.

"Essas actividades podiam ser brincar, mas são sempre em função da escola", sublinha, acrescentando que "os pais têm uma preocupação muito excessiva em relação ao tempo escolar". A investigadora ressalva que escola a tempo inteiro é uma medida óptima, mas as crianças deviam fazer as actividades que elas pudessem escolher.

No livro, a autora, que trabalha há 19 anos com crianças, tenta responder às seguintes perguntas: “Fará sentido que, na sociedade contemporânea, as crianças trabalhem mais do que as 40 horas que achamos razoáveis para os adultos? Fará sentido prolongar de tal modo as suas ocupações que não lhes deixamos tempo para brincar e descansar? Será que temos o direito de ocupar e condicionar o tempo livre das crianças depois de um dia de Escola?".

Para Maria José Araújo, é preciso “repensar o modelo da escola”. “Este modelo não pode continuar porque as crianças não aguentam”, realçou.
“A angústia dos pais para que as crianças trabalhem muito para ser alguém, como se as crianças não fossem já hoje alguém, pode comprometer tanto o seu presente como o seu futuro”


Entrevista da EDUCARE (daqui)

EDUCARE.PT: No seu livro, defende que é preciso repensar o modelo de estudo proposto à criança. O que deve mudar?
Maria José Araújo:
O meu livro dá conta de um estudo com crianças entre os 6 e os 12 anos de idade. Este modelo de TPC, de que eu sou crítica, baseia-se na quantidade e no exercício mecânico. Fazer TPC não é, exatamente, estudar. Nestas idades, o conceito de estudar é muito confuso e as crianças só o vão percebendo com o decorrer da escolaridade e à medida que se vão confrontando com outras situações e, mesmo assim, tudo isso depende delas.

Um dos problemas dos TPC é que dá a ideia de que qualquer pessoa pode ensinar as crianças. Não é qualquer pessoa que ensina a estudar, porque não é fácil e exige formação na área da infância e competências específicas. Exige conhecer as crianças, mas também vontade de as entender, disponibilidade para as ouvir e para compreender o modo como elas aprendem e valorizam o que aprendem.

Temos de parar para refletir criticamente sobre este modelo dominante, ver porque é que não está a dar resultado, ou seja, porque é que as crianças não aderem e não gostam, e mudar as propostas envolvendo até as crianças na definição de uma nova metodologia de trabalho. É necessário perceber que têm interesses e ritmos de trabalho diferentes, têm direito a descansar e brincar e ter isso em consideração.

E: Conclui que as crianças que têm entre 6 e 12 anos trabalham oito a nove horas por dia no seu ofício de aluno, sensivelmente o mesmo horário de trabalho de um adulto. É possível chegar a um equilíbrio?
MJA:
Equilíbrio não me parece a palavra certa. Na verdade, o horário escolar para o 1.º ciclo do Ensino Básico está regulamentado pelo Ministério da Educação. Vinte e cinco horas letivas (Língua Portuguesa 8 horas, Matemática 7, Estudo do Meio 5, Áreas de Expressão e restantes áreas curriculares 5), com "uma distribuição equilibrada ao longo da semana" (Despacho nº 19 575/2006). Esta regulamentação foi, com certeza, pensada e proposta tendo em consideração a idade e as possibilidades de dedicação das crianças a um trabalho formal deste tipo. Não vamos agora mais longe do que a própria legislação. São 25 horas e não 40,45.

Depois do ensino formal obrigatório na sala de aula, as crianças têm direito, no seu tempo livre, a fazer outras coisas. Neste sentido, eu penso que todas as propostas que aparecem para aumentar esta carga de trabalho escolar formal são basicamente desequilibradas e equiparadas ao trabalho dos adultos.

E: Há uma linha muito ténue entre tempo livre e tempo ocupado para as crianças. O que separa estes dois tempos?
MJA:
O que eu digo é que o conceito de "tempo livre", na sua relação com o contexto educativo das crianças, tem sido usado na educação sem grande precisão. O contrário de tempo livre não é tempo ocupado, como muitas vezes se diz. Porque o tempo pode ser ocupado com liberdade quando as crianças podem ter uma palavra decisiva na escolha da sua ocupação, e sem liberdade quando as crianças são vítimas de uma imposição ou escolha a que são totalmente alheias. Para tempo não livre já temos as aulas, e é normal que assim seja. Depois das aulas é bom que o tempo livre seja mesmo livre. Não faz sentido prolongar as ocupações e obrigações das crianças de tal modo que não lhes deixamos tempo para brincar e descansar. Para serem crianças...

E: Considera que a sociedade privilegia as opções dos adultos em detrimento da vontade dos mais novos em brincar. Quais os benefícios das brincadeiras?
MJA:
Brincar é a atividade natural da criança. No discurso dominante, o brincar, sobretudo quando relacionado com as atividades escolares, aparece quase sempre como atividade secundária e pouco relevante. Mas as crianças brincam para descobrir o mundo, as pessoas e as coisas que estão à sua volta. Se estivermos com atenção às brincadeiras das crianças podemos perceber a espontaneidade, o empenhamento voluntário, a regularidade e a consistência do ato de brincar. É um comportamento que permite o conhecimento de si próprio, do mundo físico e social e dos sistemas de comunicação. Brincar faz parte da cultura da infância e para as crianças é um ato muito sério.

Através da brincadeira, as crianças aprendem a escolher, tomar decisões, avaliar, distinguir, decidir. Para um adulto, a leitura de um livro, de um romance, é importante para a sua imaginação, ajuda a pensar e escrever. Para as crianças, o brincar ajuda a ler a realidade social, interpretá-la e a agir sobre ela.

E: Escreve que "se a criança não escolhe a sua brincadeira, já não é ela que brinca". Não devem ser os adultos a orientar as brincadeiras?
MJA:
Não.

E: Contra ou favor dos TPC?
MJA:
Sou contra o trabalho repetitivo e inútil como o que muitas vezes se propõe às crianças naquilo a que se chama TPC.

E: Escreve que "normalizar os TPC e fazer deles uma prática continuada não parece sensato". Os TPC não são uma boa forma de rever a matéria dada e ajudar a ultrapassar dificuldades de aprendizagem?
MJA:
Isso poderá e deverá ser feito na escola. Eu não refiro nunca que sou contra rever a matéria dada ou estudar, muito pelo contrário. O que proponho é que se faça isso na escola e nas condições adequadas, sobretudo porque estamos a falar de crianças pequenas. De qualquer modo, o meu estudo é sobre o que as crianças fazem no seu tempo livre e não sobre as suas aprendizagens formais.

E: Refere que as atividades de enriquecimento curricular (AEC) são pensadas para ser aulas. Há um desfasamento entre o que as crianças querem fazer nesse tempo e os programas definidos pelo Ministério da Educação?
MJA:
O que as crianças querem é brincar. No entanto, gostam de fazer atividades e estas podem ser uma forma de brincar. Uma das dificuldades que condicionam as escolhas das crianças nas atividades organizadas, por exemplo nas AEC, é que elas são pensadas para ser aulas, e as opções (música, plástica, etc.) são organizadas por turmas, muitas vezes sem ter em conta os interesses das crianças. Como todas as crianças que ficam na escola depois do horário letivo, têm obrigatoriamente de participar e as atividades são organizadas em função das idades e anos de escolaridade.

Neste sentido, são na maioria - para o melhor e para o pior atividades realizadas em coletivo coincidente com o grupo que funcionou durante o período letivo. Portanto, para as crianças, além do carácter obrigatório, não há diferença substancial entre estas aulas e as outras. Por outro lado, os professores das AEC são formados para dar uma importância muito maior ao saber escolar do que ao brincar. Se não estiverem conscientes do que significa ser criança e atentos ao seu cansaço, o que pode acontecer - ou o que acontece - é que toda a situação fica mais difícil para as crianças e para os professores.

O problema pode não ser só as atividades que se fazem com excesso de orientação, mas sim ser essa metodologia prevalecente em todas as atividades. Todas as medidas precisam de ajustes e de um tempo para ver como podem funcionar. É importante fazer avaliações para se perceber como podemos melhorar a qualidade das propostas, mas também do tempo que as crianças passam na escola.

E: Como vê a utilização do computador Magalhães pelos alunos do 1.º ciclo?
MJA:
Essencial enquanto passo importante no acesso às Tecnologias de Informação e Comunicação. No entanto, falar de computadores nas escolas do 1.º ciclo é falar de educação e não dos equipamentos. Na verdade, já muitas crianças o usam com bastante sucesso.



Blog da Autora: Escola a tempo inteiro


Opinião:
As nossas crianças, passam muito tempo na escola e mesmo que esse tempo seja considerado "actividade extracurricular" ou mesmo, depois da escola, passado em "ATL", não se pode considerar tempo livre, uma vez que a criança está sempre sob a acção e controlo do adulto a "fazer actividades para entreter" e depois de chegar a casa terá ainda de fazer "TPC's"? E tempo para brincar e estar com os pais? Tempo verdadeiramente livre?

Classificação: 5/7 Muito Bom

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

"Mal-Entendidos"


Mal-Entendidos
de Nuno Lobo Antunes
Da Hiperactividade ao Síndrome de Aspergen. Da Dislexia às Perturbações do Sono. As respostas que procura.
Edição/reimpressão: 2009
Páginas: 248
Editor: Verso da Kapa

Excerto
"Para compreender uma criança temos de voltar ao país das memórias, reviver o que ficou para trás, habitar de novo medos de que nos esquecemos. Olhar com olhos de espanto, chamar filha a uma boneca, e replicar o milagre da criação dando-lhe voz. Para a compreender temos de voltar a pele do avesso, reduzir a dimensão do corpo na medida inversa em que cresce o sentimento. Cada criança é uma história por contar. Por vezes o Capuchinho Vermelho perde-se no bosque e não há beijo que resgate a Bela Adormecida.
Para muitas crianças a sua história pode não terminar bem, e não viverem felizes para sempre."

Este livro destina-se a essas crianças e a quem delas cuida: Pais, Professores, Psicólogos ou Médicos, que querem que todas as histórias tenham um final feliz, e não deixam o Espelho Mágico dizer a nenhuma criança que há alguém mais belo do que ela.

Excerto
"Hoje mesmo, dia em que termino o meu livro, alguém começa uma história: as minhas filhas conheceram os professores e a Escola que as vai acolher. Sentados em cadeiras pequeninas, a minha mulher e eu sentíamos a insegurança de quem confia a outros o que tem de mais importante. De hoje em diante a Rosa e a Ana estão à mercê dos seus professores. Uma palavra mais agreste destruirá a confiança que nos seus poucos anos de existência conseguiram adquirir, um sorriso de incentivo e conquistam o mundo. As minhas filhas são frágeis, vulneráveis. Só nós lhes conhecemos as inseguranças, o texto para além do pretexto, a inquietação que duas pequeninas rugas verticais, ao lado dos olhos tão bem traduzem. Que olhem para elas como nós as vemos, quando à noite as vamos espreitar, e dormem tranquilas mas indefesas, não fossemos nós. E agora deixamo-las entregues a outrem, sem a certeza de que elas compreendam que não há alternativa para o primeiro passo que as fará “pessoas crescidas”. Será que ainda acreditam em nós depois de as deixarmos num universo estranho, actrizes de um filme de que desconhecem o guião? Ao pôr a Ana no escorrega, bati com a cabeça numa barra de ferro. Fez barulho, doeu. A Ana olhou para mim e nada disse. Minutos depois, quando nada o fazia prever, deu-me um beijo na testa, curativo de quem, quando for grande, quer ser médica de crianças. Querida Ana, já entendeu o mais importante dos remédios: penso húmido, adesivo que não mais descola, e que me deixará sarado para sempre, deste, e de outros traumatismos. Damos-lhes tantos beijos iguais. E no entanto eles não são o escudo que vai impedir desgostos, a troça de outros meninos, a mágoa por uma colega que disse: “não gosto de ti”. Como pudemos abandonar as filhas à sua sorte? Difícil aceitar que o seu destino, só em parte depende de nós. Professores, tomem bem conta das nossas filhas que nem sempre aquilo que parece é."

Nuno Lobo Antunes
Nasceu em Lisboa a 10 de Maio 1954. Em 1977, licenciou-se em Medicina, pela Faculdade de Medicina de Lisboa.
Foi Assistente Hospitalar de Pediatria e Coordenador da Unidade de Neuropediatria do Hospital de Santa Maria, em Lisboa. Foi Membro da Comissão de Neurologia do “Children Oncology Group”.
Foi consultor de Neurologia Pediátrica para o Departamento de Neurologia e Pediatria do Memorial Hospital for Cancer and Allied Diseases e para o Presbyterian Hospital em Nova Iorque.
Foi ainda Professor Auxiliar de Neurologia e Pediatria na Cornell University Joan & Sanford I. Weill Medical College É actualmente Director Médico e Coordenador das áreas de Neurodesenvolvimento e Neurologia do CADIn, Consultor de Neuropediatria do Serviço de Pediatria Hospital Fernando da Fonseca e Consultor de Neurologia Pediátrica do IPO, em Lisboa.
Membro da American Academy of Neurology, da Child Neurology Society, da Children Cancer Group Tri-State Pediatric Neurology Society, da Society for Neurooncology, da Sociedade Portuguesa de Pediatria, da Sociedade Portuguesa de Neurologia e da Academia Ibero-Americana de Neurologia Pediátrica.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

"Leitura Orientada 1"


Leitura Orientada 1
Edição/reimpressão: 2008
Editor: Santillana - Constância
Disciplina: Português
Ciclo: 1.º Ciclo Ensino Básico
Ano: 1.º Ano
Preço: 10,30 €

sexta-feira, 11 de março de 2011

“Para ti, pai” - livro de poemas de Lurdes Breda


“Para ti, pai” é o primeiro título da coleção Dia a Dia, criada pela editora Gatafunho, com poemas de Lurdes Breda e ilustrações de André Caetano.

Um livro onde a poesia e a ilustração se unem e se confundem em imagens de ternura…

Vai sair, no próximo domingo

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

"Family Coaching"



Family Coaching
36 Desafios para pais extraordinários
de Ângela Coelho, Sandra Belo
Edição/reimpressão: Outubro/2010
Tema: Educação
Páginas: 176
Editor: Academia do Livro
Preço: 13,90€

Sinopse
Ser pai ou mãe é o trabalho mais importante do mundo. No entanto, pode ser verdadeiramente extenuante lidar diariamente com as teimosias e conflitos dos filhos. Não é fácil encontrar energia e estratégias que transformem comportamentos próprios de crianças em momentos felizes e sem birras. Gerir o stresse causado pela correria do dia-a-dia, equilibrar a vida profissional com a vida familiar, impor regras e disciplina, ao mesmo tempo que se desfruta de momentos alegres e tranquilos em família, são alguns dos objectivos que se pode alcançar com os 36 desafios práticos e que são propostos neste livro. O leitor vê aqui a oportunidade de descobrir as estratégias que melhor se adequam a ele e à sua família e de se transformar num pai extraordinário.

Excerto
«Estou certo de que o Leitor faz parte de um excelente plantel, integrado num excelente balneário, mas por vezes há a necessidade de arranjar um bom treinador - um coach -, que não joga por nós nem se mete nas relações interpessoais, mas puxa por nós porque acredita que somos capazes de ir até aos limites... ou até para lá deles. Um treinador de família que, perante os desafios e os objectivos comuns, agarra em nós e nos faz transcender. Este Livro, em boa hora escrito pela Ângela Coelho e a Sandra Belo, dá uma excelente ajuda (...).»
Mário Cordeiro in Prefácio

terça-feira, 18 de maio de 2010

"O Livro da Criança"

Título: O Livro da Criança
Colecção: Manuais e Guias
Nr de páginas: 42 com Ilustrações a cores
PVP /c Iva: 40 €
Encadernação: Brochado

Sinopse:
Em O Livro da Criança, o pediatra Mário Cordeiro fala-nos das crianças do 1 aos 5 anos. Embora não tenhamos memórias vivas deste período, trata-se de uma fase marcante das nossas vidas, já que é nestas idades que se estabelecem os princípios e valores, o sentimento social e a segurança afectiva. Em que os neurónios se organizam como nunca mais na nossa vida, e em que o cérebro fisicamente se desenvolve em dependência com o ambiente, o afecto, as regras e o contexto familiar e social. É também neste período que se dá a importante passagem da linguagem pré-simbólica para a linguagem simbólica. Para além da alimentação ou da higiene, sempre fundamentais quando se fala de uma criança, do 1 aos 5 anos há outras questões que preocupam os pais: - Como lidar com uma birra? - Como ensinar o meu filho a deixar as fraldas? - O que fazer quando as refeições se tornam intermináveis? - Como acompanhar o meu filho na escola? - O que fazer quando pedem chocolates, gomas e refrigerantes? – Quando deve o meu filho começar a aprender uma segunda língua? - Há «horas de ir para a cama»? - Como controlar as horas em frente da televisão? – Como posso explicar ao meu filho que não posso comprar tudo o que ele quer? – Como descodificar o choro, a agressividade, a raiva?

quinta-feira, 15 de abril de 2010

LIBERDADE!!!

Sugestões de leitura para o próximo dia 25 de Abril!!!

A Culpa é Destas Liberdades
de João Cerqueira
Edição/reimpressão: 2007
Páginas: 80
Editor: Pena Perfeita

Sinopse
A Culpa é Destas Liberdades nasce do desejo de satirizar a mentalidade reaccionária e a incapacidade de compreender as mutações permanentes trazidas pela sociedade democrática que, desde a adolescência, o autor ouvia nas vozes da rua e por vezes entre pessoas próximas.

Como somos um povo extremamente conservador, desconfiado da novidade e com uma saudade (talvez inconsciente) do autoritarismo de outrora, a abordagem de questões como a religião, a cor da pele, os direitos humanos e o sexo, pode gerar repostas e reacções surpreendentes..

Apesar de começar o livro para confrontar as mentes mais fechadas e intolerantes com o absurdo de suas convicções, mediante o recurso ao humor e a redução ao ridículo, o autor depressa se deu conta de que nem tudo o que os saudosistas do antigamente proclamam é um total disparate...



Aqui Emissora da Liberdade
Rádio Clube Português 04.26 - 25 de Abril de 1974
de Matos Maia
Edição/reimpressão: 1999
Páginas: 230
Editor: Editorial Caminho
Colecção: Nosso Mundo

Sinopse
Na noite de 24 para 25 de Abril de 1974, o então chamado Rádio Clube Português era tomado pelo Movimento das Forças Armadas.

O relato pormenorizado da ocupação deste emissor pelos militares, os pequenos e grandes acontecimentos que preencheram essas horas decisivas e as que se lhes seguiram, a actuação dos profissionais da rádio neles envolvidos, os episódios que ninguém esqueceu, são o conteúdo de "Aqui Emissora da Liberdade".

Vinte e cinco anos decorreram entre estes eventos e a edição que sobre eles Matos Maia então preparou. Que melhor ocasião do que a comemoração dos vinte e cinco anos da Revolução dos Cravos para uma nova edição e uma nova leitura atenta sobre o 25 de Abril, neste caso visto e vivido «por dentro» de um emissor de rádio?

domingo, 11 de abril de 2010

Livrinhos para as nossas Mamas

E, porque o dia da Mamã se aproxima a passos largos, aqui fica algumas dicas de leitura para as Mamas.

Dia da Mãe
de Kirsty Scott
Edição/reimpressão: 2006
Páginas: 336
Editor: Editorial Presença
Colecção: Champanhe e Morangos


Sinopse
Kirsty Scott estreia-se com a maravilhosa história de três mulheres, casadas e mães, com percursos de vida muito diferentes e que se conhecem quando os seus filhos passam a pertencer à mesma turma.

Alison é jornalista e tenta obstinadamente conciliar a sua carreira profissional com a obsessão do marido e da filha por um novo membro na família.
Gwen tem três filhos pequenos e abdicou da sua promissora carreira de advogada para se tornar mãe a tempo inteiro, mas tudo se altera quando descobre que está novamente grávida e o seu marido perde o emprego.
Finalmente, Katherine que embora seja bonita, rica, bem casada e mãe de dois filhos luta desesperadamente pela atenção da família.

Um romance emocionante repleto de sentimentos e muito humor.



Mãe Pela Primeira Vez
Crianças Felizes com o Leite Materno
de Gro Nylander
Edição/reimpressão: 2006
Páginas: 288
Editor: Lua de Papel
Colecção: Laços


Sinopse
Descubra o que a amamentação pode fazer pelo seu filho.
As mais recentes investigações científicas revelam que o leite materno é mais do que um alimento de alta qualidade, é um poderoso antibiótico natural, que protege o seu filho de infecções e viroses. Graças ao trabalho desenvolvido pela médica Gro Nylander, hoje mais de 90% das mães norueguesas já optam por dar de mamar - um número esmagador, e que coloca o país na liderança mundial.

O livro Mãe pela Primeira Vez aborda ainda temas essenciais como a alimentação da mãe e do bebé ou papel do pai no pós-parto. Já traduzido em sete línguas, e com sucessivas edições na Noruega, este êxito editorial é um precioso guia para acompanhar o sei filho passo a passo.



O Livro da Mãe
de Tracey Godridge
Edição/reimpressão: 2008
Páginas: 172
Editor: Editorial Presença
Colecção: Orientações


Sinopse
Ser mãe altera praticamente tudo, há até quem diga que uma nova vida tem início após a experiência da maternidade. Depois de se ter um filho, a mulher torna-se mais sensível, responsável, participativa e amadurecida, sofrendo alterações no comportamento não só com os outros, o parceiro, os amigos e a família, mas também com o bebé.

Este livro pretende ser assim uma ajuda para as mães, abordando temas como: a gravidez, o nascimento, as primeiras duas semanas, a nova vida familiar, a saúde e felicidade do bebé, o regresso ao trabalho, a ida da criança para a escola, a educação, a saúde e felicidade da criança, o comportamento, a saúde e felicidade do adolescente, o amor pelo filho, o bem-estar e atitudes a tomar quando algo corre mal.

Com base em conselhos práticos e na experiência de diversas mães, o leitor rapidamente aprenderá a estar um passo à frente na maternidade e a tomar as decisões mais acertadas no que diz respeito ao crescimento e educação dos seus filhos.

sexta-feira, 19 de março de 2010

30 Conselhos para Educar Melhor

30 Conselhos para Educar Melhor
Princípios educativos para pais, educadores e professores
de Santiago Galve
Edição/reimpressão: 2009
Páginas: 124
Editor: K EDITORA, LDA.
Colecção: Educacção

Sinopse
O presente livro propõe, através de uma linguagem objectiva e de uma abordagem pedagógica muito ágil, a experiência de mais de quarenta anos do seu autor numa profissão tão apaixonante como é a Educação. As questões levantadas actualmente por muitos pais, professores e educadores sobre a situação que enfrentam diariamente, quer em casa, quer em espaço escolar, e que muitas vezes conduzem ao desânimo, frustração e sensação de incapacidade para lidar com os desafios criados pelas crianças e jovens, são esclarecidas de forma muito objectiva.
Através do relato de experiências vividas, as dificuldades são desmistificados e são apontados caminhos de intervenção ao alcance de todos com efeitos e resultados quase imediatos. Não se tratando de fórmulas mágicas, são antes casos estudados e experiências reconhecidamente eficazes no tratamento de situações de indisciplina, desinteresse ou atitudes impróprias. Trata-se, no fundo, de uma série de chaves elementares para realizar a missão de educar, sob a forma de princípios educativos.

Histórias Para Ler aos Pais

Histórias Para Ler aos Pais
de Cristina Malaquias, António Torrado
Edição/reimpressão: 2010
Páginas: 44
Editor: Edições Asa
Colecção: Biblioteca António Torrado
Faixa etária: a partir dos 10 anos

Sinopse
Conjunto de quatro pequenas histórias até agora inéditas, que Autor desafia as crianças a ler aos pais, invertendo dessa forma os respectivos papéis! Com belíssimas ilustrações de Cristina Malaquias, este é o 16º título daquela que é já uma colecção de referência no panorama da edição infanto-juvenil em Portugal.

Ser Pai, Hoje

Ser Pai, Hoje
de Leonor Falé Balancho
Edição/reimpressão: 2003
Páginas: 112
Editor: Editorial Presença
Colecção: Orientações

Sinopse
«Como ser um bom pai?
Onde podemos encontrar referências que ajudem não as mães, mas os pais a saberem educar os seus filhos?
Esta obra vem preencher uma lacuna no conceito de educação, que tende a privilegiar o papel da mãe. Porém, nas sociedades contemporâneas e especialmente numa altura em que a taxa de divórcios aumenta em catadupa, a responsabilidade dos pais é igual à das mães.

Como lidar com a custódia conjunta dos filhos, com a constituição de novas famílias, sem prejudicar as relações de afectividade?
Todos sabemos que o afastamento dos filhos origina inúmeros sentimentos de perda, de baixa auto-estima e solidão. E não é preciso estar-se divorciado para a separação existir. Basta estar indiferente às suas brincadeiras ou dificuldades, deixando para outro dia a atenção indispensável à sua formação e educação. »

Os Adolescentes e os Pais

Os Adolescentes e os Pais
de Alejandra Vallejo-Nágera
Edição/reimpressão: 2003
Páginas: 240
Editor: Editorial Presença
Colecção: Orientações

Sinopse
A complexa relação entre pais e filhos na fase da adolescência não se esgota num exemplo ou num conselho. Mas a possibilidade de a tornar menos confusa e penosa para ambos os lados concretiza-se neste livro. Com base na sua vasta experiência e conhecimento do universo infanto-juvenil, a autora aborda temas como "a arte de escutar"; "falar de sexo", "o problema das drogas"; "os amigos e as novas tribos urbanas" e ainda "o tormento escolar". Ao identificar as principais linhas de comportamento características da famosa adolescência, em que os filhos ainda não são adultos mas já não são crianças, Alejandra Vallejo-Nágera ajuda os pais a compreenderem, a educarem e a aceitarem as suas inevitáveis transformações.

Os livros que devoraram o meu pai

Os livros que devoraram o meu pai
A estranha e mágica história de Vivaldo Bonfim
de Afonso Cruz
Prémio Literário Maria Rosa Colaço 2009
Edição/reimpressão: 2010
Páginas: 128
Editor: Editorial Caminho
Faixa etária: a partir dos 12 anos

Sinopse
Vivaldo Bonfim é um escriturário entediado que leva romances e novelas para a repartição de finanças onde está empregado. Um dia, enquanto finge trabalhar, perde-se na leitura e desaparece deste mundo. Esta é a sua verdadeira história — contada na primeira pessoa pelo filho, Elias Bonfim, que irá à procura do seu pai, percorrendo clássicos da literatura cheios de assassinos, paixões devastadoras, feras e outros perigos feitos de letras.

Autor
Afonso Cruz, quando não está a viajar, realiza filmes de animação -- às vezes de publicidade, às vezes de autor - faz ilustrações (não só para adultos como para todos os outros tipos de crianças, tendo alguns livros editados), toca guitarra, banjo, harmónica, ukulele, canta, escreve e compõe para a banda de blues/roots “The Soaked Lamb”. Produz a sua própria cerveja e usa chapéu. Em Julho de 1971, na Figueira da Foz, era completamente recém-nascido e haveria, anos mais tarde, de frequentar lugares como a António Arroio, as Belas Artes de Lisboa, o Instituto Superior de Artes Plásticas da Madeira e mais de meia centena de países.

As Dez Regras de Ouro Para Pais

As Dez Regras de Ouro Para Pais
de Kevin Steede
Edição/reimpressão: 2006
Páginas: 144
Editor: Editorial Presença
Colecção: Orientações

Sinopse
Os Principais Erros a Evitar na Educação

Mesmo os pais mais preocupados e atentos na educação dos seus filhos, muitas vezes por motivos alheios à sua consciência, acabam por cair em procedimentos rotineiros que interferem na forma correcta de transmitir ensinamentos e valores às crianças em fase de crescimento. A cada vez mais exigente actividade profissional, sinónimo de pouco tempo livre para a estratégia educativa, resulta num enfraquecimento da qualidade da relação entre pais e filhos, com consequências graves e até mesmo irreversíveis, a evitar desde o primeiro ano de vida. E foi a pensar em fornecer linhas de orientação para os educadores, que o psicólogo Kevin Steede criou este guia onde inclui Dez Regras de Ouro Para Pais, acompanhadas de outros conselhos. No final é ainda disponibilizado um autoteste para recapitular a problemática enunciada.

Autor
Kevin Steede é formado em Psicologia Clínica, tendo-se especializado em Problemas Comportamentais na Infância e Adolescência. Paralelamente, trabalha com o Grupo de Psicoterapia de Dallas, em Dallas, no Texas.

Pais Que Mimam Demais

Pais Que Mimam Demais
de Diane Ehrensaft
Edição/reimpressão: 2006
Páginas: 320
Editor: Lua de Papel

Sinopse
A nova geração de pais, mais preocupada com a carreira, passa cada vez menos tempo com os filhos. Para os compensar pelas horas que não estão com eles, mimam-nos de mais. Podem estar cheios de boas intenções, mas não estão a fazer o que é mais correcto. Esta atitude leva os filhos a tornarem-se egoístas e fracos, a esperar dos outros uma atenção contínua e a não saber aceitar a frustração de um desejo, levando-os a reagir de forma impaciente e agressiva. A Dra. Diane Ehrensaft ensina métodos para ajudar os pais a corrigirem o rumo que estão a dar à educação.

Um Bom Pai Diz Não

Um Bom Pai Diz Não
de Asha Phillips
Edição/reimpressão: 2009
Editor: Lua de Papel
Colecção: Laços

Sinopse
Os nossos filhos são os melhores do mundo. A não ser naqueles dias em que desatam a espernear no supermercado por causa de um chupa-chupa ou nos atiram aqueles ténis horrorosos que eles próprios nos obrigaram a comprar. Só então nos lembramos da disciplina, levantamos a voz, aplicamos castigos. Passada a tempestade, porém, rapidamente nos esquecemos do episódio. Levados pela pressa ou pela insegurança, esquecemo-nos de que impor limites é uma forma de amar. Ao definir fronteiras conquistamos o respeito dos nossos filhos, ensinamo-los a viver em sociedade, estamos a encaminhá-los para o sucesso.

A psicoterapeuta infantil Asha Phillips, ajuda-nos a usar o Não como ferramenta essencial na educação dos filhos. Através de exemplos práticos e de casos que acompanhou diz-nos como e quando dizer não, nas diferentes fases de crescimento dos nossos filhos, até à adolescência. Ao ler o livro, sentimo-nos mais bem preparados - e logo mais livres - para educar os nossos filhos.

Educar Sem Gritar

Educar Sem Gritar
Pais e filhos: convivência ou sobrevivência?
de Guillermo Ballenato
Edição/reimpressão: 2009
Páginas: 272
Editor: A Esfera dos Livros

Sinopse
Grita com o seu filho com frequência e por qualquer motivo? Acredita que deste modo está a impor a sua autoridade e a fazer valer o seu critério? A seguir sente-se de imediato culpado por ter perdido o controlo? Educar as nossas crianças é, sem dúvida, uma tarefa apaixonante, mas também complexa e difícil. Este livro pretende ajudá-lo a si - pais, avós, educadores, professores - a construir uma educação mais positiva com as crianças e os adolescentes, baseada em cinco conceitos básicos:

- O afecto e o reconhecimento;
- O diálogo, a escuta e a compreensão;
- A autoridade, aplicada com competência e equilíbrio;
- A coerência e o senso comum;
- O respeito e os valores humanos.

O autor, especialista em Psicologia Educativa, fornece-nos ao longo destas páginas ferramentas e estratégias fundamentais para utilizarmos no nosso dia-a-dia: ensina-nos a prevenir e a gerir conflitos, a melhorar o diálogo com os nossos filhos, a actuar perante as mentiras, a transmitir valores e a reforçar a sua conduta. Os resultados são benéficos para a convivência em família, na escola, entre amigos, e fundamentais para o desenvolvimento equilibrado e pleno das nossas crianças.